domingo, 26 de setembro de 2021
26 de Setembro: Há 7 anos lançavam-se livro e editora em Japaratuba
quarta-feira, 22 de setembro de 2021
III CAFÉ COM POESIA e a I Antologia Carmopolitana
História do Banquete literário
terça-feira, 7 de setembro de 2021
DEMOCRACIA EM RISCO: Defesa do líder e massacre dos pequenos
Atos pró-Bolsonaro não representam a luta por um Brasil melhor, nem por um país livre da corrupção. Representam o enaltecimento do autoritarismo e do ataque à democracia, ou seja, o fortalecimento de um projeto golpista.
Ao invés de lutar por educação, saúde e condições dignas de trabalho e de moradia, algumas pessoas preferem lutar para manter no poder o maior símbolo da opressão capitalista, um governo neofascista sustentado pelo antipetismo, antissocialismo e antiintelectualismo.
Qual o motivo principal para "amar" Bolsonaro? Um ódio infantil ao PT, partido que governou o país por 12 anos e uma liberação consciente dos sentimentos de machismo, sexismo, autoritarismo e amor a ditadura militar. Essa é a explicação mais cabível para o bolsonarismo.
E os atos de 7 de setembro? Data histórica usada por Bolsonaro como pano de fundo para seu próprio benefício através da convocação de seus apoiadores para "protestos". Isso significa desespero perante o seu fracasso como gestor máximo do país e como aquele que deveria unificar o país ao invés de alimentar o ódio e de atacar as instituições democráticas.
É público e notório que o que elegeu Bolsonaro foram o antipetismo (aversão pelo PT), disseminação de fake news e a prisão do ex-presidente Lula. E é por esses mesmos motivos que o atual presidente pressente sua derrota em 2022 com a liberação dos direitos políticos de Lula. Só lhe resta alimentar o ódio contra o PT e enaltecer o falso patriotismo, o falso amor a família, e a falsa luta contra a corrupção. E em último caso, a tentativa de derrubar a democracia para se manter no poder.
Com o golpe de 2016 e a saída da presidente Dilma, em momento algum houve ameaça de ruptura, nem de derrubada da soberania das instituições democráticas como querem fazer agora os bolsonaristas com medo de que seu líder não saia vitorioso das próximas eleições. Isso sem falar na possibilidade de acontecer um impeachment - fato esse que não depende exclusivamente das ruas e sim das elites que vivem das benesses do poder.
Enfim, os atos pró-Bolsonaro só demonstram o isolamento político do presidente, pois, os seus apoiadores fazem vistas grossas aos problemas da nação como inflação alta, desemprego, fome, falta de saúde e de segurança e falta de investimentos em ciência e educação. O governo não consegue reagir porque não sabe o que fazer, nem como fazer, está apegado em questões da manutenção do poder como voto impresso, fim das medidas de enfrentamento ao novo coronavírus e fechamento do STF.
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
ESCRITOR OU DIGITADOR?
Entre escrever ou digitar
Não posso abandonar a pena
Já até imagino a triste cena
Da falta de inspiração ao poetar...
Mas, se ao escrever no meu caderno
A tinta impregnada de sentimento
Sente o papel úmido e em detrimento
Oscila entre o calor e o frio do inverno
Procuro, então, digitar o que escrevi
Que parece até que vou reescrever
A musa matar-me-á de prazer
E ainda dirá que eu renasci
Ora, digitada, lida ou quem sabe dita
A mão calejada saberá reconhecer
Que mesmo ao teclar com prazer
Não terá o mesmo sabor da escrita!
Hora, F. J. Carira - SE, 30/08/2021.
terça-feira, 24 de agosto de 2021
QUEM É O VILÃO NO AUMENTO DA GASOLINA? Governo federal é o maior arrecadador
Análise
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
POR QUE AINDA NÃO SE FEZ O CONCURSO DA CÂMARA MUNCIPAL DE JAPARATUBA?
Os "empregos temporários" imprimem no serviço público a cara de cada legislatura com o pessoal de cada mesa diretora e seus vereadores, ou seja, deixa de ser impessoal para assumir interesses dos grupos que estão alocados no poder.
A empresa pública se reveste de empresa privada com patrão e empregado e assim compromete a moralidade do poder legislativo que agrega seus aliados numa redoma como "sacrifício" para desfrutar das benesses do poder.
Mas, a pergunta é uma só: POR QUE AINDA NÃO SE FEZ O CONCURSO DA CÂMARA MUNCIPAL DE JAPARATUBA?
Primeiro, porque a temporalidade tomou um tom cultural e o esquecimento da população sobre o real papel do poder legislativo, inclusive no tratamento político-administrativo do parlamento.
Segundo, porque a ausência do concurso fortalece o clientelismo e o poder de barganha dos parlamentares, principalmente para angariar votos em período eleitoral.
E terceiro, as leis que regem a própria casa e o município estão tão defasadas ao ponto de criar uma "ditadura" do poder legislativo e sustentar uma "imunidade" parlamentar que consegue distanciar a "casa do povo" do povo. Ou seja, tudo não passa de fachada.
E mais, não é de agora que se tem alertado o poder legislativo sobre essa necessidade e simplesmente é feito vista grossa, mas, a tribuna "livre" tem regulação. E os representantes do povo como sempre demonstram sua inércia para com o seu real papel e "legislam em causa própria"!
É preciso a sociedade civil organizada bater forte nessa tecla e dar publicidade às ações da câmara que venham a prejudicar a municipalidade. Não se fez concurso ainda porque os vereadores estão preocupados com seus interesses em detrimento da vontade popular (que está acomodada).
O Ministério Público de Sergipe publicou em 12 de Março de 2021, as ACPs nº 20217200183 e 202172200125 (acessar o link: MPSE ajuíza Ações para que os Municípios e as Câmaras de Vereadores de Japaratuba e Pirambu realizem concursos públicos – Ministério Público de Sergipe ), dando prazo de 90 dias para que os referidos concursos, Japaratuba e Pirambu, sejam realizados, porém, até o momento já quase completando 120 dias ainda não houve uma manifestação oficial do Poder Legislativo sobre a Ação Civil Pública.
Parece que os governistas querem que a população entendam essa atitude como perseguição e resistam ao concurso como vem fazendo desde que a casa foi fundada que, segundo o MP/SE, "...jamais promoveram nenhum certame...".
Nas redes sociais, muitos tem se usado do ceticismo diante da "lentidão" da justiça em se fazer cumprir a lei e tentam "ridicularizar" aqueles que cobram o que é seu de direito.
domingo, 1 de agosto de 2021
VOTO IMPRESSO NÃO SIGNIFICA QUE AS ELEIÇÕES SERÃO LIMPAS NEM DEMOCRÁTICAS
O conceito de eleição limpa e democrática vai muito além de "voto impresso". As eleições de 2018, não foram limpas nem democráticas por vários motivos, mas, apontaremos dois principais: a disseminação de "notícias falsas" e a prisão do ex-presidente Lula.
Está escrachado o mesmo medo que se tinha de uma vitória do PT, com a candidatura de Lula, líder das pesquisas de intenção de voto naquele pleito. Naquele ano, o único impeditivo para a vitória do partido foi a prisão do petista, mas, dessa vez com os direitos políticos restituídos, Bolsonaro e seus apoiadores temem a possibilidade de derrota em 2022.
E a estratégia agora é por em cheque o processo eleitoral que o elegeu presidente em 2018 - o voto através das urnas eletrônicas. E, como sempre, atacar o "comunismo" e o socialismo que nunca foram implantados, de fato, no Brasil.
O projeto "antipetista" foi levado às últimas consequências no Brasil, elegendo Jair Bolsonaro, seguindo uma "onda mundial" de antissocialismo como ocorreu nos Estados Unidos com a eleição de Trump. Existem chefes de estados que abençoam suas nações e geram bem estar social, mas, o que vimos e estamos vendo é que grande parte dos atuais presidentes causaram o caos e a resposta foi a pandemia do covid-19 que já ceifou no Brasil mais de meio milhão de vidas.
Existem um grupo que usam a máquina pública para "travar" e "destravar" qualquer gestão pública no Brasil e através do tráfico de influências "exigem" vantagens pecuniárias para a aprovação de leis, projetos e liberação de recursos.
Esse mesmo grupo é fruto do clientelismo e da barganha política que "sujam" as eleições. Por isso, o voto impresso será apenas uma estratégia que busca abrir espaço para que Bolsonaro e seus apoiadores questionem uma eventual derrota na eleição presidencial de 2022.
Não pensem que será em nome da "honestidade" e da "democracia". O atual presidente quer "conduzir" as massas através da excitação das paixões mais sórdidas do brasileiro, tanto os "ricos" como os "pobres de direita", pra isso está usando a possibilidade de eleições com voto impresso. E mais, ao contrário do que é afirmado por Bolsonaro, o sistema é auditável.
Portanto, a implantação do voto impresso por si só não garantirá que as eleições serão limpas e democráticas. Fraude foi o golpe sofrido pela ex-presidente Dilma Roussef em 2016 e as eleições sem Lula em 2018. Os motivos foram pessoais, gerados através do ódio e do ressentimento das pessoas e dos políticos que amam o poder e dele dependem para "sobreviver".






