domingo, 20 de junho de 2021
TERCEIRA VIA NO BRASIL: Uma utopia da esperança.
terça-feira, 4 de maio de 2021
QUANDO PENSO EM VOCÊ: Quimeras e Devaneios sobre o amor.
Quando Penso em Você
quinta-feira, 22 de abril de 2021
MAPA ASTRAL DE LAVÍNIA BARRETO: A morena de engenharia de A Contadora e o Poeta
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| Lavínia Barreto-esboço |
Planeta
Signo
Casa
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Lua
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Mercúrio
Escorpião
Vênus
Escorpião
Marte
Sagitário
Júpiter
Escorpião
Saturno
Aquário
Urano
Capricórnio
Netuno
Capricórnio
Plutão
Escorpião
Ascendente
Sagitário
Meio do Céu
Leão
Descendente
Gêmeos
Fundo do Céu
Aquário
sexta-feira, 2 de abril de 2021
IGNORÂNCIA E CASOS DE COVID 19: um estudo de Causa e Consequência
quinta-feira, 1 de abril de 2021
O TRABALHO ALUGADO: Crônicas de Costumes - Sergipanidade.
O Trabalho Alugado
A muito tempo que não se usa o termo “trabalho alugado”, mas, nos tempos de nossos pais, muito se falavam nas plantações de roça, canaviais e serviços de quem tinha terra.
O chapéu de palha, a camisa desgastada pelo uso, a cuia de farinha e a marmita com carne assada e banana e a cabaça d’água.
E parece que estavam fazendo jus ao ditado: “a cabaça vai ao poço até que um dia tora o pescoço”. Pois bem, aquela turma de rapazes que saíram em jejum de casa, esperava aflitos o intervalo para o almoço.
E o patrão era um senhor bonachão, mas, que tinha tanta pena de gastar o dinheiro que as cédulas novas impressas na casa da moeda, em suas mãos, ficavam o “bagaço” de tanto amassar enquanto contava para pagar seus trabalhadores.
E os serviçais esperavam serem mandados embora, pois, tinham direito “aos tempos” de trabalho, mesmo sem carteira assinada. E conforme o costume, saindo por conta própria isentava o patrão de suas obrigações do “aluguel”.
O velhote gostava de vigiar seus trabalhadores, num dia daqueles, encontrou uma turma como se tirando uma “folguinha”, atiravam pedras no rio para ver quem conseguia maior distância e o velho sabendo da preguiça diante das baixas remunerações e a grande demanda de produção, chamou-os atenção.
— Mas, eu vou dizer — e levantando o chapéu, coçava a cabeça — ah, meninos preguiçosos!
Assim, levantaram-se todos e apoiando as enxadas no chão, escoravam-se nos cabos da ferramenta de trabalho e olhavam para o velhote que continuava dando seu sermão. Mas, esperto o senhor sabia que estavam querendo dar nó e estava numa saia justa.
Foi aí que o velhinho resolveu dar uma última recomendação e acabar com aquela choradeira.
— Vou dizer uma coisa pra vocês — e segurava o chapéu apontando para eles — se quiser trabalhar é pra trabalhar e se não quiser...
Ora, animaram-se que estariam dispensados. E o velho continuou:
— E se não quiser — olhou um a um e apontava novamente com o chapéu — é pra trabalhar.
(Hora, Flávio. 2020. Contos de Costumes e Outras Crônicas).
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
A inércia e as consequências da submissão do poder legislativo
O poder econômico e a barganha política criaram um "defeito" na nossa sociedade e na classe política: a inércia ( ou a falta de "movimento") dos legisladores para com os seus reais papéis: legislar, fiscalizar (o secretários e prefeito) , sugerir e representar (o povo).
Junto com essa inércia vem a submissão ao executivo, deixando de fiscalizar o prefeito e de representar o povo para dar sustentação ao governo municipal, legislando em causa própria e afastando o povo do controle social. Isso, geralmente, ocorre com os vereadores governistas. Mas, que podem mudar os papéis quando situação passa para oposição e vice-versa.
Em ano eleitoral começam as articulações partidárias e busca por eleitores, muita gente gosta de aparecer na foto. E dar aquele sorriso espontâneo abraçado com a população. Parece peça de teatro encenada a cada quatro anos.
Durante a campanha eleitoral fala-se numa "governabilidade" ou maioria no parlamento municipal intimidando a oposição e dando força política ao gestor criando a chamada "turma do amém". E esse discurso é absorvido pelos simpatizantes como uma verdade absoluta e uma necessidade vital, pois, a disputa acirrada e a rivalidade entre os grupos políticos geralmente inviabilizam as gestões caso a maioria seja da oposição.
Do contrário, as maiorias acabam por aprovar medidas impopulares como a "taxa" de iluminação pública em Japaratuba e seus líderes ostentam a sua força política em detrimento da vontade popular e do controle social.
A fidelidade ou lealdade de um parlamentar ao executivo aumentam as relações de poder social entre grupos dominantes e subordinados, criando uma redoma para as minorias, geralmente carentes de educação, saúde e assistência social.
A falta de representatividade enfraquece as classes estudantis, artísticas e culturais. Na parte cultural, muitos se aproveitam para se promover sem dar o devido suporte aos grupos folclóricos e demais fazedores de cultura. E na parte estudantil, deixam os estudantes à mercê da "boa vontade" dos gestores que se escondem das suas obrigações, mas, prometem em período eleitoral cuidar dessas classes.
E para finalizar vem a parte mais vergonhosa dessa empreitada que são as negociações de cargos e vantagens com o executivo - a parte podre da barganha política, onde os aliados são retribuídos sem nenhum mérito técnico e sem nenhum interesse com a causa pública, além de encobrir as irregularidades do executivo em nome da lealdade e da tática de grupo.
Os eleitores devem pesar isso tudo na hora do voto, afinal, mesmo sem nos representar eles são nossos representantes e suas ações reproduzem a expressão da nossa vontade.
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
ENTREVISTA: Vânia Lima fala sobre política e empreendedorismo
1. Sua formação superior é em Pedagogia. Qual a sua opinião sobre a qualidade da educação em Japaratuba? O poder público prioriza a educação?
A educação de nosso município é regular. A atual gestão também não investe prioritariamente no social. Porém, a educação é o alicerce do futuro. Acredito que deveria haver mais cursos profissionalizantes para os jovens, bem como mais oportunidades de estágio, onde a qualificação seria uma fonte de renda posteriormente.
2. Sua entrada na militância política teve início com as participações no conselho tutelar ou tiveram outros momentos? Qual a sua visão sobre a política partidária em Japaratuba?
Entrei na política através de convite de amigos. Nunca tive interesse, mas este ano despertou a curiosidade da política partidária.
3. Nas eleições para conselheira tutelar, qual a semelhança com as eleições municipais? Você concorda que o uso do poder econômico pode influenciar no voto?
Sim, existe uma grande diferença. Quando houve a eleição do conselho, era uma disputa amigável, onde os votos eram obtidos por amizade, ou por acreditar em um bom trabalho. .
4. Você fala que já trabalhou em quiosque. Quais as oportunidades ou dificuldades de quem enfrenta o mercado de trabalho em uma cidade como Japaratuba, sem campo efetivo de trabalho?
Falta capacitação, orientação. Trazendo cursos e políticas públicas voltadas para o comércio local.
5. Hoje você é empreendedora. Quais os incentivos recebidos para a tomada da decisão? Se tem, já teve acesso a alguma política pública do município sobre o desenvolvimento econômico e apoio aos empreendedores?
Do município não há um incentivo para os comerciantes. Sou empreendedora, e tenho incentivo dos microcréditos.
6. Você já ouviu falar em Empreendedorismo Social (que visa criar benefícios para a sociedade e não somente o lucro)? Em Japaratuba, tem como tratar algum problema social que está desassistido pelo poder público? Qual e como?
Deveria investir mais ainda no projeto das casas de taipa. Pois ainda é visto algumas casas, onde prejudicam a saúde da comunidade.
7. Qual a sua avaliação sobre a gestão atual nos quesitos: saúde, assistência social e geração de emprego e renda??
A saúde é regular, mas ainda precisa trazer mais algumas especialidades para atender a população, bem como aumentar a quantidade de medicações para que não haja falta na farmácia municipal. No quesito social, disponibilizar maior número de quantidade de casas para a população carente. Quanto a geração de emprego, deveria haver cursos profissionalizantes, para posteriormente gerar renda.
8. Sobre a sua adesão ao antigo PPS, hoje Cidadania. Qual a sua avaliação sobre a recepção da comunidade em relação à proposta de uma nova política?
Nunca aderi ao PPS, mas agora me filiei ao Cidadania. Um partido limpo, onde não há compra de voto, que precisa inovar em um novo conceito de política.
9. Sua candidatura é para o legislativo. Algumas pessoas questionam a atuação dos vereadores. Afinal, temos um parlamento atuante ou nossos vereadores não representam os anseios da população?
O vereador frente à câmara deve representar os eleitores e à comunidade, legislar, fiscalizar o dinheiro público, e fazer assessoria. Ouvindo melhor os anseios da comunidade, e buscando meios de solucionar os problemas.
10. Como candidata a Vereadora, qual a oportunidade do povo de Japaratuba renovar a Câmara de Vereadores com a sua eleição ou de algum outro candidato do Cidadania, já que se trata de um partido que prega a união de todos?





