domingo, 10 de janeiro de 2010

SÍNTESE LITERÁRIA já disponível para download

Atenção amantes da literatura e professores de letras. Conheçam as novas tendências da arte e aprecie a poesia do Novo Tempo.

Baixar SÍNTESE LITERÁRIA; O Originalismo como Arte no Século XXI


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PROGRAMAÇÃO DA FESTA DE REIS DE JAPARATUBA

Foi uma ótima idéia separar as festas de início de ano. Desde que nasci que ouço falar em Festa de Santos Reis e Guerra das Cabacinhas e hoje presenciei a euforia com que os jovens comentaram a programação da Festa das Cabacinhas e não Festa de Santos Reis.
Festa de Reis é um nome popular e incomum que virou rótulo, quem escuta-o não o vincula a uma festa religiosa, mas sim a bandas, cantores, shows e muita bebedeira. Por isso quero parabenizar a equipe da Prefeitura que denominou Festa das Cabacinhas separando da Festa de Santos Reis e São Benedito, isso sem falar na festa cultural que é o Festival de Artes Arthur Bispo do Rosário.

SEGUE A PROGRAMAÇÃO:

Sexta-Feira: 15 de Janeiro, Max e Lucas, Netinho, Aviões do Forró e Levi Viana;
Sábado: 16,arrastão com a Banda Marreta e Planeta e shows à noite com Gatinha Manhosa, Márcia Freire, Edu e Maraial e Edson Gomes;
Domingo: 17, Arrastões com Cid Natureza e Banda e Harmonia do Samba e shows à noite com com Dois Ciganos, Calcinha Preta e Danielzinho e Forrózão Quarto de Milha.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Tradicional Festa das Cabacinhas

Em Japarartuba, no período das Festa de Santos Reis (e antes, em dezembro, segundo os amantes do esporte "jogar cabacinha em quem não está na folia"), desde os primórdios é tradiconal a Guerra das Cabacinhas.
Jogar cabacinha nunca foi novidade. Desde que me entendo por gente que na sede do município, entre Dezembro e Janeiro, é comum ser abordado por pessoas (adultos e crianças...) que jogam baldes d' água em quem passa.
O abuso por parte das crianças, cuja mãe deixam soltas nas ruas, vai desde a jogar cabacinhas em quem passa até a jogar em pessoas dentro da sua própria casa.
Não sou contra a festa das cabacinhas. É uma tradição que vem dos nossos antepassados. O que precisa é haver um controle para diferenciar quem está na folia e quem está apenas trafegando nas vias públicas do município.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Baixe as obras de Sílvio Locato



Após a publicação popular das obras de Sílvio Locato, poeta originalista, F. J. Hora, ele-mesmo, disponibiliza o link para baixar as obras: Menina Mulher e Cartas de Amor Para Um Novo Tempo.
Baixe também CDANV - Cartas
Boa leitura!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O HOMEM: Um Escravo do Seu Próprio Eu

Olho-me no espelho e não vejo um homem da minha idade. Um mundo quer me impor um fardo... Talvez em seguir uma moda que as futuras gerações vão considerar antiquada, assim como os jovens do meu tempo ignoram "o tempo antigo".
Tudo o que é novo é bom, cheio de brilho e emoção, um certo vigor... Porém, o que vejo são pessoas presas, sufocadas pelas idéias veiculadas em meios de comunicação, sufocadas pelo conformismo político, pela ignorância, pela escola.
E a escola? Um instrumento de abertura tanto moral como imoral, depende o sentido. Porém, a grande inclinação humana é para o errado, o imoral, ilegal, engordante...! Quem disse que a porta para o falta de verdade não é larga...? E muitos passarão por ela.
Sinto repugnância das opiniões formadas sobre coisas que ainda estão em formação e em transformação. Os valores sólidos estão sendo quebrados e os valores próprios estão com a consciência pesada... O que a gente espera do mundo muitas vezes se choca com o que o mundo espera de nós.
Estar na moda, estudar, beijar na boca, usar camisinha, ouvir estilos de músicas atuais, ser gay, se endividar, não ter vergonha..., são valores cultivados pelos hipócritas que perderam aidentidade. Um como eu que quero ser eu mesmo me vejo confundido e identificado por outros Flávios que eu desconheço.
Quero deixar de lado os modismos e comodismos e os incomodismos, todos os parentes dessa família de leitores que nunca leram e ouvintes enfadados!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

29 anos em busca de um ideal

O Dilema da Organização

Pairando num poleiro, estavam as pessoas maravilhadas com o pouco sob a lupa da ambição, inveja e desentendimento. A obra faraônica do fracasso e a falsa prosperidade de um negócio mal começado, mal-administrado...
Um homem e seus ideais, sacrificando a sua paz por momentos de ilusão da sobrevivência, escondido por trás de um inexperiente impulsivo que idealizava um mundo impossível, utópico... Era a escalada da derrota, do fim de uma batalha, mesmo que a guerra estivesse só começando!
Festas por conta do negócio, para pagar não sei quando. Vendia-se não sei o quê, nem como! Estava tudo ao léo, entrava muito dinheiro, mas muito prejuízo... Daí surgia clientes não sei de onde que traziam recados não sei de quem para ninguém pagar...!
Quando de frente á comunidade o desinteresse e a desorganização tomaram conta do negócio, foi cavado um poço cada vez mais fundo... Era inevitável o fim, pois, as atitudes de quem tratava do público afastavam a todos cada vez mais.
E perguntavam-se: quem é ele? Está se achando demais? E diziam: eu não aceito! Se for assim eu não quero!
E de repente tudo mudou. As festas se acabaram, os bebedores pararam de beber, os clientes pararam de comer, os devedores não pagaram suas dívidas, o dono da casa queria de volta, o horário do funcionário havia vencido e o estabelecimento tinha que ser fechado...
Casa fechada, as despesas pagas mesmo assim. Mercadorias em falta, vencidas e em estado ruim. A poeira tomou conta do que antes a água inundou e o já era desorganizado, para ser organizado, fechado ficou!

sábado, 10 de outubro de 2009

Da cultura do povo Japaratubense

Em muito se fala cultura em nosso município. São valores encobertos pela manifestação artificial, periódica, visando a ostentação. Existe sim uma grande corrente artística, porém calada, escondida.
Os verdadeiros valores da grande maioria em nossa cidade vão desde o ócio ao não fazer nada. Beberrões que só bebem se tiver quem pague para ele ou se o bodegueiro vender fiado para ele pagar não sei com o quê...!
Pessoas que não tem coragem de trabalhar, vivem a olhar e invejar a vida dos outros em busca de uma oportunidade de derrubá-los. E por causa disso muitos foram à ruína.
Entre os nossos pecados está na hospitalidade com os turistas, em especial aos fugitivos dos presídios e penitenciárias. As grandes cidades não abrigam com apóio os criminosos, mas em nossa cidade, muitas vezes, o conterrâneo é humilhado em defesa de um que não se sabe de onde veio e nem as intenções dele.
Dentre esses fatos, um me ocorre e é bem lembrado. Fato é que, no quadro político e social se reflete num misto de engano e entusiasmo, um entra e sai da mesma figura pública. Em uma campanha ele é bom partido e na outra pouco vale e vice-versa...
Por essas e outras é que Japaratuba realmente é o celeiro da cultura sergipana. Abriga desde artistas originais (desconhecidos e desvalorizados) contra uma elite de artistas disfarçados (conhecidos e ostentados) pelo pensamento polêmico e irremediável de quem não sabe o que é bom e desperdiça o melhor...
E quando eu pensava em ser o artista da terra, achava que eu podia surgir do povo, mas vi que o próprio povo se desvalorizam por não admitir que seja artista, intelectual ou rico uma pessoa que nasceu e cresceu com eles e que é simples como qualquer um... apenas despertou para um dom natural. Que mal há nisso? Um dia serei a poesia do Novo Tempo...!