segunda-feira, 17 de março de 2014

Tudo o que você precisa saber sobre o segundo livro do Escritor Japaratubense

 

Sintese_Lit1Capa e trechos do livro

SÍNTESE LITERÁRIA é um nome genérico resultado do estudo da literatura contemporânea. Como todo movimento estilístico, é sempre uma reação ao anterior. Quem leu o primeiro livro Poesia do Novo Tempo já está familiarizado com o estilo de F. J. Hora, pois, este foi uma preparação para o segundo livo.

O Originalismo Como Arte no Século XXI, subtítulo do mesmo livro em questão é o aprofundamento do estudo da arte e seus precursores e difusores. Atualmente, estamos vivendo um processo desaculturação, estimulados pela indústria cultural de massa com a inserção de novas atrações e entretenimento que estão enterrando um passado sólido em detrimento de um presente e futuros descartáveis.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. Quando foi escrita?

Em 2004, período de efervescência de ideias e surgimento de Sílvio Locato (heterónimo de F. J. Hora) como entidade literária.

2. Qual o tema principal e demais assuntos da obra?

Síntese Literária começa com apresentação do estilo literário de Sílvio Locato e o do próprio F. J. Hora, portanto vanguardista e com temas atuais para reflexão. O tema principal é o Amor (Natureza Intrínseca de Deus), o modelo de vida proposto por Sílvio (Estado Natural) e a Teoria Originalista com a corrente de elaboração ou arrumação artística do pensamento. Em fim, a obra descreve o processo de definição de uma nova escola literária com base em temas como o amor, a poesia, filosofia e arte em geral, enfatizando o conceito que temos sobre os assuntos e temas atuais.

3. O que é heteronímia?

Heteronímia é o processo de desenvolvimento da personalidade no qual o autor cria novos autores, diferentes do seu estilo, ou seja, o personagem adquire biografia e personalidade proprias, inclusive podendo ter estilo diferente do ortònimo (o próprio autor – ele-mesmo)!

4.  Tem poesias na obra?

Sim, algumas como exemplo do tema abordado e no fim um pequeno apanhado para exemplicar os assuntos abordados. Mas, a obra é eminentemente prosaica, com abordagem literária e científica.

5. Quem é o autor do livro?

É o próprio F. J. Hora, apesar de focar a maior parte da obra nas ideias de Sílvio Locato. Este último é mais abrangente, pois o Originalismo é a corrente filosófica e artística e o Pensadorismo uma vertente literária ou a expressão poética do Originalismo.

quinta-feira, 6 de março de 2014

POESIA DO NOVO TEMPO: A antologia poética de F. J. Hora

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A OBRA QUE DESVENDA O SIGNIFICADO DO AMOR: A Natureza Intrínseca de Deus!

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A OBRA

1. Quando foi escrita?

No período de 2000 a 2012 e, portanto, apresenta o desenvolvimento poéticoe e intelectual de F. J. Hora;

2. Qual o diferencial de outras obras poéticas?

Sendo a poesia considerada como de pouco interesse para vendagens e, em se tratando de um autor não consagrado, essa obra é vanguardista, pois anuncia uma nova corrente de elaboração do pensamento artístico e intelectual – resultado das tendências da literatura contemporânea;

3. Qual o tema principal dessa obra?

O tema principal é a apresentação do estio do autor, mas também seus poemas abordagem conceitos do amor e as reflexões filosóficas sobre o homem, a vida e o mundo. São poesias que apresentam proposta de intervenção;

4. Qual a abordagem sobre o amor?

O eu-lírico tem uma grande preocupação em mostrar o verdadeiro significado do amor, desvinculando-o do sexo. A Poesia do Amor Verdadeiro, Paixões do Corpo, A Beleza do Corpo e, a Beleza da Alma são poemas que passam para o leitor as impressões que diferenciam os possíveis equívocos da mente humana. No primeiro poema temos o verdadeiro significado, mesmo que muitos tentam definir e acabam deixando lacunas na nossa cabeça;

5. Quantos exemplares já foram vendidos?

Por se tratar de uma publicação autônoma, claro, com ISBN e tudo o que tem direito, não há uma divulgação em termos de marketing para que o público tome gosto e se sinta motivado a adquirir. Mas, desde a publicação de sua primeira edição em 2012, já foram vendidos 35 exemplares não sóe em Sergipe, mas também em São Paulo através dos nossos fãs!

6. Quanto custa e onde posso adquirir a obra?

Atualmente,  custa mais ou menos R$ 25,66 e pode ser adquirida no Clube de Autores e Agbook.

7. E as formas de pagamento?

Nossos livros estão disponíveis para venda na web e o cliente pode compar com cartão e pagar em até 12X. Existem outras formas como transferência e boleto bancário. Geralmente, a editora faz promoção dando bons descontos e baratendo assim o custo de aquisição. A última promoção foi de 25% de desconto;

8. Só tem obra poética? Que tipo de texto em prosa posso encontrar?

Atualmente, publicados só tem dois: Menina Mulher (do heterônimo Sílvio Locato) e Paixões Naturais, ambos abordam a temática do modelo de vida que foge do estresse da vida moderna e mostra a vida pela ótica da paz de espírito e liberdade.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

POEMAS ORIGINAIS: Escritor Japaratubense publica livro escrito em 2008.

 

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Tendo já 4 livros publicados por ele-mesmo e, um por Sílvio Locato, um dos seus heterônimos, a literatura brasileira vive um novo momento.
Está à disposição dos leitores e críticos parte da obra construida desde 1998, completando 16 anos em 12 de Abril desse ano.
O diferencial do estilo de F. J. Hora e Sílvio Locato além do conceitualismo é a arrumação artística do pensamento, ou seja, o discurso avaliatório em versos e poesia!
F. J. Hora além de escritor e poeta é crítico literário e romancista. Tem uma vasta obra escrita no estilo crônica de costumes e novelas passionais.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ORIGINALISMO: Escritor Japaratubense propõe nova escola literária

 

SÍNTESE LITERÁRIA: O Originalismo Como Arte no Século XXI é o mais novo livro de F. J. Hora, escrito em 2004, apresenta um estudo da literatura contemporânea e propõe a continuação da história da literatura.

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SINOPSE:

O Originalismo como Arte no Século XXI é a proposta de reformulação da forma de se conceber o fazer e o pensar artístico, tendo como cerne a fusão filosofia e arte.

No tocante ao campo filosófico há uma preocupação racional com as ideias atuais em questão. O pensamento sobre a vida, o homem e o mundo é o ponto-chave para a elaboração da “visão de mundo”.

A visão de mundo deve estar expressa pelo fazer artístico como reflexo sobre a realidade nua e crua ou como deveria ser. A realidade recriada nos moldes da “arte é a natureza”.

Portanto, Síntese Literária é o processo pelo qual a arte contemporânea, em especial a literatura, sofreu modificações e se fixou com o novo pensamento artístico nacional, híbrido, eclético. O Originalismo como Arte no Século XXI e o Pensadorismo como expressão poética dessa nova escola literária.

Os exemplares podem ser adquiridos e parcelados em até 12 vezes

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sábado, 8 de fevereiro de 2014

QUEM TEM MEMÓRIA CURTA TROCA SEIS POR MEIA DÚZIA.

Mudança

A nossa memória é o nosso bagageiro. Quem lembra é porque conhece ou já viveu aquela situação. Por isso ao longo tempo acumulamos muita, mas muita bagagem. E ai, temos a oportunidade de aprender com os nossos erros. Repetir os mesmos erros é, no mínimo, burrice. Deus nos deu inteligência e, por isso, temos a obrigação de usá-la e aprimorá-la. Os fatos precisam virar história, ter registro, fazer parte do nosso cotidiano como a esperteza de um agiota diante de quem vai lhe tomar dinheiro emprestado. Deixamos de ajudar um irmão, um pobre necessitado, para sustentar ladrões e exploradores da nossa boa vontade e boa-fé!
Fechamos os olhos para não vermos os diversos caminhos que podemos trilhar, mas, para seguir um que já sabemos qual é o seu final. E com isso, muitos nos entregam fardos que sequer um terço, eles, conseguem carregar!
Se não tem quem faça. Faça você. Seja o diferencial. Não espere que alguém vá se levantar, levante-se você e dê o exemplo, conquiste sem derrubar os outros e, não fuja de quem lhe estender a mão! A gente pode ser enganado, uma, duas, ou até três (demais, né?), mas 4, 5, 6, sempre é o pior dos absurdos. Aquele mesma conversa, aquela mesma história. Não pense que estou dizendo que não tem jeito. Faça o que você nunca fez, ou melhor, acredite em quem você nunca acreditou. Ou é você que gosta de ser enganado?
Não se esqueça. Em certas coisas temos mesmo que mudar, e sem volta!


NÃO REELEJA OS POLÍTICOS! MUDE! A PRIMEIRA MUDANÇA ESTÁ NO SEU VOTO! Os mesmos que se esconderam de você por quatros anos agora baterá na sua porta! Se liga Brasil!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

JAPARATUBA: Estudantes pagam pela emissão de carteira sem documento de arrecadação municipal

41FIQUE DE OLHO

Não obstante a disponibilização do transporte sob pena de "bondade" e não obrigação legal (como informam os representantes da pasta) em comparação a outros municípios, esse direito essencial (educação) do povo de Japaratuba, conquistado e já perpetuado em nossa história, agora tem mais essa condição - pagar pela confecção da carteira.
O que chama atenção não é a cobrança do valor, aceito de "bom grado" para não perder a vaga pela maioria dos estudantes, mas a forma como é recolhido, pois trata-se de dinheiro público e como tal deve ser prestado contas, uma vez que se destina á prestação de um serviço que, como sempre, nós pagamos pela sua implantação e manutenção!
E aqui não cabe questões políticas nem pessoais para os fanáticos de plantão tanto da situação como da oposição, mas, uma alerta para a população como fiscais e verdadeiros donos do poder.

Além de pagar,  não há emissão de documento de arrecadação. Então, para onde vai esse dinheiro?

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

JAPARATUBA EM GUERRA (das Cabacinhas)...

 

Carnaval do Rio de JaneiroEntrudo Popular, Rio de Janeiro.

Por Flávio Hora

Assim como o Carnaval, a Guerra das Cabacinhas, tradição secular da nossa cidade, teve origem com o entrudo, popular, diga-se de passagem - que "era a brincadeira violenta e grosseira que ocorria nas ruas das cidades. Seus principais atores eram os escravos e a população das ruas, e sua principal característica era o lançamento mútuo de todo tipo de líquidos (até sêmem ou urina) ou pós que estivessem disponíveis" (Wikipedia).
Meus pais, avós e bisavós são testemunhas de que faz parte das nossas raízes, pois quando nasceram já existia essa tradição. E, na verdade, temos duas festas, a de Reis e a das Cabacinhas, mas ambas se confundem, devido ao abandono de outras tradições (tão importantes quanto as cabacinhas).
Não obstante merecer nossa atenção por fazer parte da cultura e da nossa identidade e, por isso, a cada ano antecipada, a guerra das cabacinhas precisa também de uma roupagem nova. Primeiro, estabelecer os limites para que os adeptos possam ter seu espaço para "brincar" e segundo, o respeito ao cidadão que trafega nas vias públicas do município. Outra questão é quanto á data da "festa"!
Mesmo que a mídia não publique e, até agora não se tenha registrado consequências graves do abuso e uso irresponsável da tradição (que o povo não questiona ser do passado) ou omita algum dissabor sob pena da revelia popular , temos consciência de que durante o período saímos de casa com receio de tomar cabacinha que raras vezes molha, mas marca causando dor o corpo por causa da camada grossa de parafina - o banho mesmo é de baldes ou jatos de água.
E começam pelas crianças que atingem carros, pedestres e até as pessoas em suas casas. É que entre um lançamento ou outro, a cabacinha adentra a porta de uma ou outra residência.
E se antes da Festa de "Reis" já começa a guerra, no período próprio ocorre de forma mais comum e agressiva sem distinção entre quem está ou não na brincadeira, desde criança ao idoso. Os turistas até aderem, pois passam só o período e a brincadeira é uma novidade.
Há quem diga que é simples de se resolver o problema - basta não ir pra festa e pronto, mas nesse caso, como não se chegou a uma definição do que seja a festa, ao invés disso, tenhamos que sair da cidade durante o período!
Tá bom ou quer mais?